maio 20, 2007

Pausa...da pausa!

Encostei-me a um canto.



Parar um bocado…também é preciso.



-Senta-te comigo!



-Sento,sento! O que é que me vais contar hoje?



-Nada…hoje apetece-me ouvir uma história! Conta-me uma!



-Pode ser a nossa?



-Não….a nossa fica para quando formos velhinhos, para nos rirmos um bocado!



-Qual é que queres?



-Uma que eu não conheça… contas?



-Vá…senta-te aqui!



Era uma vez…uma menina de caracóis de ouro, que gostava de ser pequenina e de fazer perguntas difíceis…



-Ei! Essa não vale…é a minha!



Sabes uma coisa… eu gosto de conversar com aquelas pessoas mais velhinhas…têm sempre alguma história para me contar…



-Quando fores velhinha, que vais contar?



-Vou dizer que gostava de ouvir as histórias dos mais velhos!







Quem me conta uma história? (:







(De volta..para matar saudades disto!)


abril 21, 2007

Pausa

Giraflor na recta final!







Volto daqui a uns tempos!







Fotografia : a Flor, num dia em que não queria ser fotografada.







Bom fim de semana*










abril 01, 2007

Férias @ Preguiça

Quanto menos se faz, menos se quer fazer!



Eu bem venho aqui para ver se actualizo isto, mas como o Berto diz “as coisas só devem ser feitas quando são sentidas!”. E como a Preguiça é amiga de toda a gente…PUf!



O Dia do pai já lá vai e eu não publiquei o que queria. Culpa do Sapo, deu-lhe para não dar!



Já só resta uma semana de férias e eu não quero aulas! Não quero exames nacionais! (“-Desculpe…mas eu não posso passar isso tudo à frente? Vou logo para a faculdade. Deixe-me ver logo corações abertos e coisas assim!”).







O livro já está mais que feito, mas… imprevisto : descuidei-me com a data!



Agora…só vai para o concurso para o ano.











E como a preguiça continua por estes lados, fico-me por aqui!







Precisa-se: Mais um mês de férias!







Foto: Giraflor…ou pelo menos, parte dela

fevereiro 24, 2007

Eu e tu. Só.

Abro a porta. Vou directa ao quarto.



As botas ficam pelo caminho. Alguém as há-de arrumar.



Estou cansada. Deixem-me descansar só um pouco.



O telefone vibra:1 mensagem nova.



E lá estavas tu a dar sinal de vida, com aquelas correntes estúpidas. Ao menos soube que estás viva.



Por onde andas? Sou vento, mas nem sempre te consigo ver.



Onde estás?



Preciso dos nossos caminhos.



Lembras-te das nossas conversas de mesa? São tantas. Espalhadas em mil um cadernos, mil e uma cartas.



Onde estás? Não te vejo.



Vamos dar as mãos e dar a volta ao mundo como nós sabemos.



Anda. Não penses. Anda. Apenas.



Dá-me a mão.



Se caíres eu estou aqui.



Eu acendo a luz.



Eu mostro-te o caminho.



Vem. Vem só.



Não penses.



Somos só nós.



Somos só nós.



Como antigamente.



Como agora.



Como sempre.



Nós!