Acordei a pensar
Que o passado não muito distante
Foi uma ilusão!
Que tudo não tinha passado de um sonho.
Acordei a pensar que um sorriso tão bonito
Não existia!
Não…não pode ser!
Uma pessoa como tu tem que existir!
Claro que existes!
Se não…
Como é que eu me lembrava
Desse teu sorriso?
Esse teu olhar transparente
Que me deixa ver mais do que pensas!
Bastou e basta
Seres quem és!
Basta ver esse sorriso,
Mesmo nos dias mais escuros…
Para tudo ficar diferente!
A tua realidade
Enche o meu sorriso!
Pois é…aqui a Giraflor tem andado desaparecida!
Mas sabem como é!
De férias…a Giraflor perde a noção do tempo!
***
agosto 28, 2005
agosto 10, 2005
Porquê
Começo.
Apago.
Volto a começar.
Volto a apagar
E a começar outra vez.
O que somos nós afinal?
O que fazemos aqui?
Porquê…
Querermos saber o Porquê de tudo?
Porque é que temos de saber sempre o Porquê?
Ao sabermos os porquês concretamente
(ou pensarmos que sabemos),
Julgamo-nos Donos e senhores de tudo!
Não basta saber os Porquês essenciais…
Queremos saber tudo!
Até os que não devemos.
Para quê querermos saber todos os Porquês?
Nada é concreto…
Até alguém o dizer!
Mas eu faço parte dessas listas!
Não sou concreta (nunca o vento foi, nem será!),
E também quero saber os porquês de quase tudo!
Porquê?
Não sei….
Ainda há muitos porquês sem respostas!
Mas o vento não para…
Apenas abranda!
Em busca dos Porquês necessários!
Apenas os necessários!
Porquê?
Porque…
Como dizem….
Eu sou o vento!
E o vento é livre
Para começar e parar quando quer!
O vento é livre!
Ou não
Apago.
Volto a começar.
Volto a apagar
E a começar outra vez.
O que somos nós afinal?
O que fazemos aqui?
Porquê…
Querermos saber o Porquê de tudo?
Porque é que temos de saber sempre o Porquê?
Ao sabermos os porquês concretamente
(ou pensarmos que sabemos),
Julgamo-nos Donos e senhores de tudo!
Não basta saber os Porquês essenciais…
Queremos saber tudo!
Até os que não devemos.
Para quê querermos saber todos os Porquês?
Nada é concreto…
Até alguém o dizer!
Mas eu faço parte dessas listas!
Não sou concreta (nunca o vento foi, nem será!),
E também quero saber os porquês de quase tudo!
Porquê?
Não sei….
Ainda há muitos porquês sem respostas!
Mas o vento não para…
Apenas abranda!
Em busca dos Porquês necessários!
Apenas os necessários!
Porquê?
Porque…
Como dizem….
Eu sou o vento!
E o vento é livre
Para começar e parar quando quer!
O vento é livre!
Ou não
agosto 08, 2005
Em relação ao poema de ontem...
Em relação ao poema de ontem...eu sei que me estou a contradizer! Mas, aquele poema já foi escrito há alguns meses, num "dia NÃO" e como não postava nada há algum tempo...olha...foi este!
Estejam descansados que aqui a Flor vai ser sempre o vento !=)
****
Estejam descansados que aqui a Flor vai ser sempre o vento !=)
****
agosto 07, 2005
Incontrolável

Tu não és ninguém.
Não és ninguém
Que possa controlar
O incontrolável.
E o que é o incontrolável?
A vida!
A vida não se controla!
Deixamonos viver...
Como o correr
De um rio...
Como o caír
De uma lágrima.
Não...
Não controlamos a vida!
Simplesmente,
Deixamonos ser controlados.
Por quê?
Ninguém sabe!
Talvez seja o Destino!
Ninguém modifica o seu Destino.
O Destino é que se modificou.
Porquê?
Porque a vida é mesmo assim.
É toda controlada...
E nós pensamos que não.
E nós pensamos...
Mas quem sou eu para falar da vida?
Ainda me falta muito tempo para saber falar dela!
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