Tinham passados dias. Ainda não o tinha visto desde então. (Teria sido do sumo d laranja? Ressaca não era certamente!)
Não o tinha visto, não teve notícias, nada.
Teriam voltado ao mesmo? Ou seria apenas uma semana de desencontros ? (assim esperava, não queria voltar àquele “pseudo-bem-estar fingido”!)
Ah…que falta lhe fazia! Sempre gostou daquela sensação de segurança que a envolvia quando estavam os dois, não queria perder aquilo por nada. Não outra vez! (será que alguma vez tinha recuperado?)
Não aguentava mais aquele impasse. O (outro) sofá, este de dois lugares para um e meio ,estava no sítio do costume. O caminho ainda era o mesmo, porque não tentar?
O sofá estava no mesmo sítio. (Que almofadas eram aquelas? Já não era do tempo dela!)
-Por aqui? (beijo discreto na bochecha)
- Sim, não me vês durante uma semana, estavas à espera de não me ver mais?
- Nada disso.
-Temos andado desencontrados….
-Um pouco.
- O que interessa é que cá estamos outra vez.
O sofá continuava confortável (como sempre).
- ‘ Tás com má cara, que se passa?
- Nada!
Desta vez foi ela quem deu o abraço de segurança, sabia bem trocar de vez em quando.
Ele acabou por adormecer e como sempre, ela ficou o tempo todo a vê-lo dormir.
Não queria perder aquele momento, sempre gostou de o fazer e queria grava-lo bem na memória. Quando voltaria a estar a seu lado a vê-lo dormir?
Ainda bem que ninguém tocou à porta e que o telemóvel estava em silêncio.
Quando acordou já era noite e ela já lá não estava.
“ – O teu mal era fome. Tens aí um pastel de carne cheio de gordura como gostas!
Até amanhã (: “
- Sim, não me vês durante uma semana, estavas à espera de não me ver mais?
- Nada disso.
-Temos andado desencontrados….
-Um pouco.
- O que interessa é que cá estamos outra vez.
O sofá continuava confortável (como sempre).
- ‘ Tás com má cara, que se passa?
- Nada!
Desta vez foi ela quem deu o abraço de segurança, sabia bem trocar de vez em quando.
Ele acabou por adormecer e como sempre, ela ficou o tempo todo a vê-lo dormir.
Não queria perder aquele momento, sempre gostou de o fazer e queria grava-lo bem na memória. Quando voltaria a estar a seu lado a vê-lo dormir?
Ainda bem que ninguém tocou à porta e que o telemóvel estava em silêncio.
Quando acordou já era noite e ela já lá não estava.
“ – O teu mal era fome. Tens aí um pastel de carne cheio de gordura como gostas!
Até amanhã (: “
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